O Grande Arquiteto

Written by admin on 16 de novembro de 2017. Posted in Notícias

ARQUITETO, MAQUETE, MODELO.
Construir pra que? Com os de dentro ou para os de fora?
SONHO DE DEUS – SONHO E FINALIDADE.
O LÍDER OU PASTOR PRECISA SONHAR.
Do livro de RANDY POPE, do Ultimato: “DISCIPULADO NA IGREJA LOCAL” lançado em setembro de 2017. (Randy, é pastor da igreja do ministério “life on life” nos EUA, em convênio com a IPB Luz de Goiânia-GO). PARA INCENTIVAR A LEITURA E ANÁLISE DO LIVRO, SEGUE ALGUMAS FRASES: “…”.
A Maquete, na arquitetura, serve tecnicamente e também às pessoas que irão morar e trabalhar dentro das suas paredes.
Quando a construção se torna real, a maquete vira pó no depósito, ou seja, o modelo é um SERVO.
O modelo tem um papel importante, se usado por um propósito ou sonho definido.
Os modelos unem o sonho à FINALIDADE. O modelo torna o SONHO visível e, ao fim alcançável.
Com a FINALIDADE é que se conecta o SONHO, às pessoas reais e defeituosas, num tempo e espaço reais e limitados. Aí que entra os MODELOS. Não se pode realizar um sonho sem os modelos.
O pastor ou líder é alguém que faz o modelo.
O cristianismo está em crise. A maioria simplesmente não vive como cristãos.
Se você é pastor ou líder e não tem um SONHO, é hora de ficar a sós e pedir que Deus lhe dê um sonho.
O sonho, a visão, deve REFLETIR o coração de Jesus, como o Arquiteto e Autor da Fé (Hb 11.10 e 12.2 – não a igreja, líderes, instituição ou organização).
Se o pastor ou líder tem um sonho dado por Deus e uma Comunidade/Igreja que tem uma finalidade, certamente existe um modelo em algum lugar da sua mente.
Mesmo que você não tenha identificado, você tem um modelo em mente, ou talvez você seja um classista que valoriza os caminhos tradicionais, mas sempre se cria modelos ministeriais. (é preciso quebrar paradigmas e sair da “caixa”, para ter vida).
Segue 4 modelos ministeriais comumente empregados: 1- Modelo Pastoral, orientado para manutenção do “status quo”. Cresce pelos nascimentos e encolhe pelos falecimentos. 2- Modelo Atrativo, entende a necessidade de ser relevante no contexto atual, trabalhando intensamente, fundindo-se e enriquecendo o modelo pastoral, que existem desde “Constantino”, quando se encontrou os meios para se criar um lugar, um edifício, para que pudesse atrair as pessoas, mas a RELEVÂNCIA fica limitada quando se limita ao culto e um lugar de culto. 3- Modelo Influente, resulta numa explosão de ações sociais nas comunidades e além delas. Torna menos focado na própria igreja e mais focado no Reino, cria INFLUÊNCIA que impacta, sendo uma benção de Deus na comunidade e na cidade, assumindo oportunidades com Palavras e Obras e responde todas as perguntas. Mas tudo azeda quando a liderança não é sadia. 4- Modelo Vida na Vida, que tem requisitos muito altos. É o modelo mais antigo e que deseja ser tão profundo e perfumado quanto é o próprio Jesus.
Os modelos são sempre questionáveis (sendo maquetes) e nunca serão suficientes e adequados às pessoas reais (humanidade), SE não incluir elementos essenciais no mecanismo para gerar mudança individual.
De algum modo é preciso transmitir a ampla mensagem do Evangelho e a vasta missão da igreja de modo pessoal, numa integridade que preenche a lacuna entre suas palavras e o povo, com os sermões que preenchem as almas nos bancos, entre os programas e a vida de cada pessoa.
Igreja/Comunidade saudável tem dois (2) andares. A de um (1) andar, só direciona e delega, dando conteúdo aos membros e os enviam EM MISSÃO. A de dois (2) andares, acrescenta elementos de auxílio, relacionamento e acompanhamento ajudando as pessoas a se envolverem COM A MISSÃO.
O ALVO nunca será atingido, quando se lança a flecha sem ver o alvo, sem planejar a trajetória e sem saber como chegar no ALVO.
A pergunta ao pastor ou líder é: Qual é a eficácia do seu modelo ministerial? É um servo, próximo da invisibilidade, que desliza por trás do PROPÓSITO e das pessoas a quem serve? O seu modelo é facilitador do seu sonho? O seu modelo leva a glorificar a Deus, gozar e desfrutar D’ele pra sempre? Que tipo de pessoa seu modelo serve? Qual é o propósito em tudo que sua igreja/comunidade emprega? (I Co 3.10).
Lembre que o tipo de igreja/comunidade que impacta o mundo, não é a que cresce em metros quadrados de construção ou de membresia ou de aparência.
O cristão puro precisa do processo RELACIONAL de apoio e mutualidade em comunhão, (companhia de “jugo”) para impactar a um ponto de desenvolvimento espiritual saudável, havendo menos chances de queda moral, dando passos necessários para obedecer, em passos lentos para a MATURIDADE e da maturidade para a capacitação e liderança.
O núcleo ou grupo pequeno com o discipulado envolve ajudar as pessoas a irem da Descrença para a Crença, da Crença para a Maturidade e da Maturidade para o Serviço da Missão, desenvolvendo a Liderança.
O núcleo ou grupo pequeno familiar oferece o contexto operacional (e celebrativo) para ORAÇÃO, ESTUDO BÍBLICO e PASTOREIO em comunhão e mutualidade.
O Discipulado compartilha algo que Jesus teve a audácia de oferecer a cada um dos seus seguidores: VIDA. É esse tipo de vida que produz adoradores mais vivos.
Nossa visão deve refletir conteúdo, ou então ela será nada mais que ALUCINAÇÃO. A adoração pessoal leva à transformação pessoal e Deus usa vidas transformadas para transformar vidas.
PARADIGMA simples de uma igreja/comunidade saudável: É o equilíbrio entre a MENTE (teologia) + CORAÇÃO (paixão) + MÃO (ministério externo).
Qualquer meio que usamos para ajudar as pessoas a seguirem a Jesus, é DISCIPULADO.
+++++++ Novembro-2017.
O livro: Discipulado na igreja local, pode ser adquirido diretamente na Editora Ultimato www.ultimato.com.br

( A CPV tem disponível 11.000 m2 de terreno, que se bem utilizado servirá à comunidade de várias maneiras, em vários aspectos, em muitos projetos, por muitas décadas, influenciando os que desejam conhecer e ganhar a VIDA em Jesus, através dos verdadeiros e fieis discípulos de Jesus ).

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